terça-feira, 29 de janeiro de 2013

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

NAVIOS DIZEM RECOMEÇO


"Navios dizem recomeço
Do mar ninguém chegou ao fim
Eu vou deixar seu nome imergir"
SILVA - Imergir

domingo, 20 de janeiro de 2013

Christel Bangsgaard





Christel Bangsgaard, fotógrafa dinamarquesa, apresenta-nos com os seus trabalhos uma visão única da fotografia de moda e um novo conceito na arte de pintar o rosto. Vejam mais trabalhos aqui.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Ballet na gruta

Balé na gruta 


Dois bailarinos russos da academia Bolshoi de Moscovo actuam no Festival de Dança e Música Internacional nas Grutas de Nerja, em Málaga, sul de Espanha.



terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Vestido Peculiar




É a arte em forma de vestido, denominado por "The Imperfections". É inspirado no livro japonês "Sei Shonagon" e nasce na Tailândia por Sopi Su.

domingo, 13 de janeiro de 2013

AO

“No Brasil, tratava-se fundamentalmente de sacrificar o trema e o acento agudo em meia dúzia de casos. E ninguém se resignava às regras absurdas de emprego do hífen… Com isso, bastou o abaixo-assinado de uns 20 mil cidadãos para se adiar a aplicação de uma coisa trapalhona denominada Acordo Ortográfico (AO). Os políticos ouviram a reclamação, estudaram-na e assumiram-na, e a sr.ª Rousseff decidiu


Em Portugal, o número de pessoas que tomaram posição contra o AO já ultrapassava as 120 mil em Maio de 2009. Hoje, e considerando tanto o Movimento contra o AO de então como a actual Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) com a mesma finalidade, esse número é incomparavelmente mais elevado.


Portugal bem pode propor a todos os quadrantes ideológicos e parlamentares da sua classe política que se assoem agora a este cruel guardanapo.


Faltou-lhes a coragem de respeitar as opiniões autorizadas, a capacidade de reflectir com lucidez sobre o assunto, a vontade cívica de se informarem em condições.


Acabaram a produzir este lindo serviço, com a notável excepção do relatório Barreiras Duarte, aprovado por unanimidade na Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura (Abril de 2009), mas que não teve qualquer efeito prático.


A CPLP, ao engendrar o torpe segundo protocolo modificativo do AO, violou sem escrúpulos o direito internacional e traiu a língua portuguesa. Não serve. Mostrou total inconsciência, incompetência, incapacidade e oportunismo na matéria.


Agora, é evidente que, de três, uma: ou o Brasil vai propor uma revisão do AO, ou tratará de a empreender pro domo sua sem ouvir os outros países de língua portuguesa, ou fará como em 1945, deixando-o tornar-se letra morta por inércia pura e simples.


No primeiro caso, mostra-se a razão que tínhamos ao insistir na suspensão do AO, a tempo, para revisão e correcção. A iniciativa deveria ter sido portuguesa e muitos problemas teriam sido evitados.


No segundo caso, mostra-se além disso que continuamos a ser considerados um país pronto a agachar-se à mercê das conveniências alheias. Com a desculpa, a raiar um imperialismo enjoativo, da “unidade” da língua, em Portugal haverá sempre umas baratas tontas disponíveis para se sujeitarem ao que quer que o Brasil venha a resolver quanto à sua própria ortografia. Foi o que se passou em 1986 e 1990.


No terceiro caso, mostra-se ainda que ficaremos reduzidos a uma insignificância internacional que foi criada por nós mesmos.


Mas, em qualquer dos casos, a situação será muito diferente da actual.


O Acordo Ortográfico não ficará incólume e as suas regras serão revistas e modificadas. Ninguém esconde no Brasil esta necessidade de revisão e correcção, tão cultural, social e politicamente sentida que está na base do adiamento decretado.


Se as regras vão ser modificadas, e quanto a este ponto não pode subsistir qualquer espécie de dúvida, será um absurdo absoluto que se mantenha a veleidade de as aplicar em Portugal na sua forma presente.


Não se pode querer contestar oficial ou, sequer, oficiosamente a existência de três grafias, nada menos de três, como resultado grotesco de uma tentativa sem pés nem cabeça de uniformização delas em todos os países que falam português: a brasileira, a angolana e moçambicana e a irresponsável que é a portuguesa.


Torna-se imperativo o reconhecimento oficial de que a única ortografia que está em vigor em Portugal é a que já vigorava antes das desastrosas pantominas que foram empreendidas pelo Governo Sócrates.


No meio desta vergonha, o mais simples é:

a) reconhecer-se que o AO nunca entrou em vigor por falta de ratificação de todos os estados signatários;

pressuposto essencial da sua aplicação que é o vocabulário ortográfico comum que nem sequer foi iniciado;

c) suspender-se tudo o que se dispôs em Portugal quanto à aplicação do AO, nomeadamente no plano das escolas, dos livros escolares e dos serviços do Estado;

d) tomar-se a iniciativa de negociações internacionais com vista a uma revisão e correcção do AO por especialistas dignos desse nome.

O Acordo Ortográfico é tão mal feito que nem o Brasil o aceita… Logo à nascença, já era um cadáver adiado. Com vénia de Fernando Pessoa, agora não se pode deixar que, sem a necessária revisão, ele procrie seja o que for.

Vasco Graça Moura in Diário de Notícias, 2 de Janeiro de 2013

sábado, 12 de janeiro de 2013

Tubarão - baleia

Modelos posam debaixo de água com tubarões-baleia 




 

 

A ideia de Shawn Heinrichs, de 41 anos, e Kristian Schmidt, de 35, foi, não só criar belas imagens, mas também alertar para a ameaça que estes dóceis gigantes enfrentam, uma vez que as suas barbatanas são muito cobiçadas, nomeadamente na China.

«Apesar de trabalhadas e melhoradas em termos de cor e luz, como qualquer sessão de moda, nada foi acrescentado às imagens. As modelos estavam mesmo lá!», disse Heinrichs.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Crescer

Mão na massa, põe-te a mexer.
A vida passa, tens que a viver.
Vive simples, deixa os excessos.
Não te esqueças que cresces nos insucessos.


in Os Magos do Social

terça-feira, 8 de janeiro de 2013


A National Geographic mostra-nos as melhores imagens do espaço, de 2012, disfrutem.







Explosões Solares

 

Nebulosa de Helix


 Aurora Boreal no Ártico


Fitoplâncton no Atlântico Sul

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Agora? Agora? Agora?

“A gente olha e pensa: Quando aperto? Agora? Agora? Agora?
Entende? A emoção vai subindo e, de repente, pronto. É como um orgasmo, tem uma hora que explode. Ou temos o instante certo, ou o perdemos…e não podemos recomeçar…” 
Henri Cartier-Bresson

Gare St Lazare, Paris, 1932
1969 
Casal em Paris, 1968

sábado, 5 de janeiro de 2013

Demand A Plan to End Gun Violence





"Demand a Plan to End Gun Violence", é a campanha desplotada pela notícia que chocou o Mundo na escola primária de Sandy Hook. Artistas Americanos numa campanha contra a violência com armas de fogo.